Informações obtidas por um gerente de vendas que trabalhava para o "Mercado Livre"


Sabiam que os funcionários do Mercado Livre ganham bônus baseado no número de casos “resolvidos” – não interessa o
método – o bônus é maior se os casos são resolvidos, sem que se tenha que desembolsar um mísero centavo, mesmo que quaisquer desses centavos não pertençam ao Mercado Livre. Falando de forma clara: por uma “merreca” de R$ 500,00 semestrais de bônus, todos nós estamos sendo roubados.

Não duvide: aos olhos deles, você é apenas uma insignificante fração, logo não existe a preocupação de deixar desamparado o maior número de pessoas possíveis para acumular “X” suficiente para se ganhar o “bônus semestral”. Tem até tabela de colocação de primeiro a último lugar; geralmente aqueles funcionários que ficam nas últimas posições, “indiretamente” são tachados de incompetentes e, eventualmente, até despedidos.

Os funcionários fazem isso com plena consciência do resultado; sabem que isso prejudica pessoas inocentes e honestas, mas
os R$ 500,00 a R$ 980,00 falam mais alto; todos têm suas justificativas: “São ordens, não tenho escolha”; “tenho dois filhos para educar”; “minha mãe está doente”; “as prestações do meu carro para pagar”; “os usuários merecem”; “eu adoro trabalhar para o ML”…e por aí vai

Equipe do ML

Quando vocês escrevem reclamando para o Mercadolivre.com.br e acreditam que eles irão reconhecer que é óbvio que você está certo ou te ajudar, porque tudo é tão aberrante, está tão claro, que nem precisam de provas ou documentos, pois no banco de dados deles, têm seus depósitos, suas compras, suas qualificações…tá tudo arquivado lá. Portanto eles não têm necessidade de te pedir nada, principalmente se você é apenas um comprador.

Ambiente de trabalho: Todos trabalham em uma sala enorme, todos agrupados, lado a lado, em seus computadores, uma verdadeira fábrica de “copiar e colar” respostas-padrão para cada caso – quando se preocupam com isso – e enviar para os e-mails dos usuários.

São cerca de 300 funcionários para “responder e-mails”. Cada um responde uma média de oito e-mails por hora, daria muito tempo de responder e resolver cada caso, mas realmente não estão lá para isso! Na verdade, eles nem têm acesso a outros departamentos ou autorização para resolver coisa alguma. Exceto os colegas de departamento, ninguém sabe “quem trabalha ou não na empresa”, pois não pode haver qualquer tipo de identificação. O sigilo é algo muito valioso por lá.

Se você já recebeu e-mail com informação do tipo: “Irei passar o seu caso para um dos nossos especialistas”; quando isso acontece, geralmente a pessoa que te enviou essa mensagem “grita alto” ou “cutuca” a pessoa ao lado e diz: “quem quer ser especialista em fraude hoje?” É uma verdadeira festa do “faz de conta”; um trem da alegria as custas do usuário.

Várias vezes ao dia, têm “rodinhas de bate-papo” em algum lugar da sala e geralmente, a cena é sempre a mesma: as pessoas disputam a vez de tomar a palavra – como uma verdadeira competição – para eleger qual usuário foi o mais patético do dia; cada participante da “rodinha”, lê em voz alta a mensagem que recebeu; depois da leitura de vários casos e reclamações, eles votam quem pegou o usuário mais patético.

Geralmente são tachados como patéticos os que mencionam: Procon, Policia Federal, código do consumidor, meu advogado,
vocês não têm respeito, tem que tomar conta do cliente e frases do gênero.

A última preocupação do Mercadolivre.com.br é resolver seu caso. Eles têm quota de quantos e-mails devem responder
por dia e as instruções são óbvias, sem cerimônias: não interessa o conteúdo, o importante são números para as estatísticas. As próprias pessoas que “respondem” e-mails, são também responsáveis a “conquistar” novos usuários (manter usuários não é levado em consideração).

A lógica do ML é a seguinte: se eles cancelam um cadastrado, 90% irão cadastrar-se novamente com outro e-mail, isso conta como um novo usuário e mais uma “oportunidade de ouro” para se ganhar “bônus”, pois esse usuário talvez não saiba ainda, mas ele está “desobedecendo” a lei e as regras do ML. Então é só deixar – segundo eles – o “otário” por dinheiro lá dentro e inabilitá-lo, antes que ele tenha chance de comprar ou vender qualquer produto. Inabilitado, o ML fica com a “grana”, pois a maioria acha que cometeu algum “delito grave” – recebe e-mail do ML informando: “nosso departamento de segurança” detectou que seu cadastro está em duplicidade – e desiste. Como o Mercadolivre.com.br gosta desse tipo de usuário…é um candidato perfeito para “cair num golpe perfeito”.

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