PROFESSORES EM GREVE NACIONAL

Professores da rede básica de ensino público fazem paralisação nacional
Trabalhadores exige piso nacional, que deveria ter entrado em vigior em janeiro mas, segundo a categoria, menos da metade dos estados adotaram a regra

Da Redação, com Agência Brasil

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–> Categoria reunida durante assembléia no Distrito Federal

Categoria reunida durante assembléia no Distrito Federal

Professores da rede básica de ensino público de todo o país fazem paralisação nesta sexta-feira (24) para pedir a implantação de piso salarial. A paralisação nacional é organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e defende a implantação do Piso Salarial Nacional do Magistério em todos os estados e municípios.

A lei que entrou em vigor no dia 1° de janeiro estabelece o piso de R$ 950 a ser pago à categoria em território nacional, no entanto, a entidade indica que menos da metade dos estados do país cumpre a regra.

Como meio de apoio à paralisação dos os educadores da rede de ensino do Distrito Federal se reuniram em assembléia na Esplanada dos Ministérios durante a manhã. Cerca de oito mil professores de escolas públicas do DF compareceram à mobilização que também discute reajuste salarial para a categoria. O repasse vem sendo negado pelo governo do DF e é o motivo da greve de 60% dos profissionais, desde o último dia 7.

“Estamos aqui em solidariedade ao CNTE e por isso decidimos fazer a assembléia neste local [em frente à Catedral na Esplanada dos Ministérios]”, explicou o diretor jurídico do Sindicato dos Professores do Distrito Federal, Washington Dourado.

Os professores do DF pedem reajuste salarial de 15,31%, obrigatório por lei distrital. Atualmente o piso da categoria é R$ 2.776. Uma nova assembléia está marcada para a próxima terça-feira (28), quando o sindicato irá analisar a medida do GDF, propôs um reajuste salarial de 5% retroativo a março. Em julho, o governo analisará o crescimento da Receita. Se este crescimento for acima de 5%, essa diferença será paga aos professores a partir daquele mês. Se não, o reajuste se manterá nos mesmos 5%.

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